n8n vs Make
Comparação direta de preço, plataformas e principais vantagens e limitações entre n8n e Make.
Escolha n8n se
há quem cuide de um servidor Docker e você quer execuções ilimitadas sem pagar por operação, ou precisa rodar código dentro do fluxo.
Escolha Make se
quer automatizar hoje sem administrar servidor, prefere pagar por consumo e valoriza um editor visual forte em lógica condicional.
| Critério | n8n | Make |
|---|---|---|
| Categoria | Automação | Automação |
| Preço | Freemium | Freemium |
| Plataformas | Web, Windows, Mac, API | Web, iOS, Android, API |
| Possui API | ||
| Principais vantagens |
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| Principais limitações |
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Qual escolher
A diferença essencial
As duas montam automações visuais ligando apps, com lógica condicional e IA no meio do caminho. A decisão real não passa pela lista de recursos: passa por quem vai cuidar da infraestrutura. O n8n tem uma edição Community que roda no seu próprio servidor via Docker, sem limite de execuções, workflows ou usuários. O Make é nuvem gerenciada do começo ao fim e cobra por créditos consumidos a cada operação.
Onde o n8n ganha
O custo de licença da Community é zero — o custo total, não. Entram no cálculo o servidor, o banco de dados, backups, atualizações, a chave de criptografia e, principalmente, o seu tempo quando um fluxo quebra num domingo à noite. Se você (ou alguém do time) tem esse repertório, o modelo fica difícil de bater em volume alto: um fluxo que roda dez mil vezes por mês custa o mesmo que um que roda dez. Some a isso a flexibilidade técnica de escrever JavaScript ou Python dentro de um nó, sem sair do fluxo, quando o conector pronto não resolve. Uma ressalva de vocabulário: a licença do n8n é fair-code, não open source no sentido estrito da OSI — há restrições de uso comercial do próprio software.
Onde o Make ganha
Manutenção zero e começo imediato. O editor visual é forte justamente na parte que costuma travar automações reais — roteadores, filtros e agregadores — e o plano gratuito de 1.000 créditos mensais já permite testar de verdade, respeitado o intervalo mínimo de 15 minutos entre execuções. Passar para execução por minuto e cenários ativos ilimitados custa US$ 9 no Core, valor que dificilmente paga um VPS bem cuidado mais o tempo de quem o mantém. A contrapartida é o modelo de créditos: em cenários com muitos passos, prever a conta do mês exige atenção.
Como decidir
Faça duas perguntas. Primeira: se a automação parar de rodar hoje, existe alguém disponível para investigar o servidor? Se a resposta for não, o Make. Segunda: quantas execuções por mês você projeta para daqui a um ano? Se o número for grande e crescente, o n8n self-hosted tende a ficar mais barato à medida que escala, enquanto o Make sobe junto com o uso. Vale lembrar que dá para começar na nuvem do n8n e migrar para self-hosted depois — a curva de aprendizado dos fluxos é a mesma.